Homicídio. Sequestro. Prisão preventiva. MP. DIAP de Setúbal

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O Ministério Público apresentou a primeiro interrogatório judicial três arguidos, dois homens e uma mulher, indiciados pela prática de um crime de homicídio qualificado. Os dois arguidos estão ainda indiciados da prática de um crime de sequestro agravado.

Existem fortes indícios de que os três arguidos elaboraram um plano para matar o ex-companheiro da arguida.

Nesse sentido, no dia 20 de maio de 2026, os dois arguidos, juntamente com um terceiro indivíduo ainda não identificado, deslocaram-se à residência da vítima, em Setúbal, deitaram-na na banheira, com as mãos amarradas atrás das costas e, com um objeto ainda não concretamente apurado, perfuraram-lhe o pescoço, provocando-lhe a morte.

Findo o interrogatório judicial, por se considerarem verificados os perigos de fuga, perturbação do decurso do inquérito, continuação da atividade criminosa e perturbação grave da ordem e tranquilidade públicas, e em consonância com o requerido pelo Ministério Público, a juiz de instrução criminal aplicou aos arguidos a medida de coação de prisão preventiva.

A investigação prossegue sob a direção do DIAP de Setúbal, com a coadjuvação da Polícia Judiciária de Setúbal.